IncidÊncia da AmputaÇÃo
As amputações do MI correspondem a cerca de 85% de todas as amputações.
As indicações mais frequentes para as amputações são as decorrentes das complicações das doenças crónico-degenerativas e ocorrem mais frequentemente nos idosos (Pedrinelli, 2001).
Numa pesquisa internacional desenvolvida em 2000 pelo The Global Lower Extremity Amputation Study Group, observou-se que em 10 cidades com cerca de 200000 habitantes a incidência da amputação teve um forte aumento a partir dos 60 anos e verificou-se mais nos homens que nas mulheres.
Para Schoppen, et al. (2003) verificou-se, na Holanda, que cerca de 15% de amputados morreram durante o primeiro ano do período pós-amputação. Setenta por cento viveram autonomamente em casa decorrido o primeiro ano pós-amputação.
O uso funcional protético, medido pela classificação de “Narang and Pohjolainen” (medida específica que testa o uso funcional de prótese e que se divide em 8 níveis de classificação distribuídos pelo nível de autonomia de deambulação - uso ou não de prótese, de auxiliares de marcha, de cadeira de rodas), foi efectivo em 49% dos casos.
Não encontrámos nenhum estudo sobre a incidência em Portugal.